Maricá
Prefeitura reúne 125 artistas em festival de dança no Centro de Maricá
Com 13 companhias e 40 coreografias, evento teve a participação especial de Ana Botafogo, primeira bailarina do Theatro Municipal do Rio
A Prefeitura de Maricá, por meio da Secretaria de Cultura e da Companhia de Desenvolvimento de Maricá (Codemar), realizou no sábado (17/09) o festival “Bailarin Fest”, que reuniu 13 companhias de dança na Praça Orlando Barros Pimentel, no Centro. O evento, que homenageia o mês do bailarino, foi promovido com o objetivo de incentivar e promover grupos e escolas de dança de Maricá e também teve a finalidade de estabelecer um intercâmbio cultural com outras cidades, criando a oportunidade para artistas mostrarem seus talentos.
O espetáculo contou com a participação especial de Ana Botafogo, primeira bailarina do Ballet do Theatro Municipal do Rio de Janeiro, que trouxe alunas para apresentação no festival. “Essa é a primeira vez aqui com minha escola e participando de um festival. Foi uma alegria enorme ser convidada para esse evento, o local está lindo e São Pedro ajudou com o tempo. Trouxemos um grupo para apresentação que conta com solo, duo, trio, clássico e contemporâneo”, contou a bailarina.
Ao todo, 13 companhias de Maricá, Niterói, Nilópolis e Belo Horizonte se apresentaram, somando 125 artistas e mais de 40 coreografias com exibições de sapateado, ballet clássico e contemporâneo, kpop, dança do ventre e livre jazz, entre outros.
“Essa edição está sendo ainda mais especial, pois estamos contando com a presença da bailarina Ana Botafogo. A dança está formando um público, mostrando que está presente em Maricá, além de criar oportunidades para os artistas revelarem seus talentos e criação de público”, ressaltou o coordenador de dança da Secretaria de Cultura, Leandro Dasilva.
Público elogiou o evento
Morador de Inoã, Luiz Carlos Santos, foi ver a apresentação da sobrinha e destacou as apresentações. “Um espetáculo lindo, que dá oportunidade a todos. Vim ver a exibição da minha sobrinha e me encantei, as danças são lindas”, afirmou.
A auxiliar administrativo, Sandra Dias, estava passando pelo local com a família e o espetáculo na praça chamou a sua atenção. “Estava na praça com meus familiares e vi o palco no começo da apresentação. Adorei as danças, tudo perfeito. Espero que aconteça mais vezes, pois sempre trarei minha família”, destacou
Esportes
Maricá segura o jogo, mas acaba derrotado por 1 a 0 no Maracanã
O Maricá Futebol Clube enfrentou um dos jogos mais difíceis da temporada na noite deste domingo (08), ao encarar o Fluminense, campeão antecipado da Taça Guanabara, no Maracanã. Mesmo com uma atuação de muita entrega e organização defensiva, o Tsunami acabou derrotado por 1 a 0, em partida válida pelo Campeonato Carioca.
Desde o início, o Maricá mostrou postura cautelosa, priorizando a marcação e tentando explorar as poucas brechas deixadas pelo adversário. A estratégia funcionou durante toda a primeira etapa, quando a equipe conseguiu neutralizar grande parte das investidas tricolores e segurou o empate até o intervalo.
Na segunda etapa, o Fluminense aumentou a pressão e chegou ao gol aos 21 minutos, após jogada pela lateral que terminou com Kevin Serna balançando as redes. Mesmo em desvantagem, o Maricá não se entregou, manteve a intensidade e tentou reagir nos minutos finais, levando perigo em jogadas isoladas e exigindo atenção da defesa adversária.
Apesar do resultado negativo, a atuação reforça o espírito competitivo da equipe, que agora direciona suas atenções para o quadrangular do rebaixamento. O Grupo X será composto por Maricá F.C., Portuguesa da Ilha, Nova Iguaçu e Sampaio Corrêa. As equipes se enfrentarão em jogos de ida e volta, e ao final de seis rodadas, o último colocado será rebaixado para a Série A2 do Campeonato Carioca.
Redação Maricá Web TV
Destaques
Parque Nanci recebe edição 2026 do Sesc Verão e movimenta Maricá com grandes atrações
O Parque Nanci, em Maricá, sediou neste final de semana a edição 2026 do Sesc Verão, evento que já faz parte do calendário anual do município e atrai grande público com uma programação gratuita voltada ao esporte, lazer e cultura.
Entre os destaques da edição deste ano esteve o show da banda CPM 22, que reuniu fãs de diferentes idades. Durante o dia, o público também acompanhou os Jogos dos Artistas, além de diversas atividades recreativas, esportivas e ações voltadas especialmente para a criançada.
Realizado uma vez por ano em Maricá, o Sesc Verão contribui para o fortalecimento do lazer, da convivência social e da prática esportiva, além de impulsionar o turismo e dar visibilidade à cidade.
O evento reforça a importância do Parque Nanci como espaço público para grandes encontros culturais e de entretenimento, consolidando Maricá como referência na promoção de qualidade de vida para seus moradores.
Redação Maricá Web TV

Foto Maricawebtv

Foto: Maricawebtv

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Destaques
Falta de médicos, demissões em massa e longas filas de espera geram denúncias no SAREM, em Maricá
Moradores de Maricá têm denunciado a falta de médicos, demissões em massa e ausência de previsão para novas contratações no Serviço de Atendimento Especializado Municipal (SAREM). Segundo relatos de mães de pacientes, os problemas se arrastam há mais de um ano, com filas de espera extensas para atendimentos essenciais, como fonoaudiologia, psicologia e outras especialidades.
De acordo com as denúncias, após a inauguração do SAREM 2, a população acreditava que o atendimento seria ampliado e melhorado. No entanto, com a demissão de profissionais, a situação teria se agravado, resultando em sobrecarga de trabalho, superlotação e médicos obrigados a se dividir entre um número excessivo de pacientes.
“Depois da inauguração do SAREM 2, a gente achou que ia melhorar. Mas ficou pior. Os médicos estão sobrecarregados e os atendimentos não dão conta da demanda”, relatou uma mãe.
A reportagem da Maricá Web TV conversou com médicas que atuam na rede, que afirmaram enfrentar cargas horárias extremas, acima do que é considerado legal. Segundo elas, há medo de represálias, o que dificulta denúncias formais sobre as condições de trabalho.
“A carga de trabalho é excessiva, acima do permitido. Muitos profissionais têm receio de denunciar”, afirmou uma médica, que preferiu não se identificar.
Mães de crianças com deficiência também relatam impactos diretos no desenvolvimento dos filhos. Uma delas afirmou que aguarda há quase um ano por atendimento de fonoaudiologia.
“Meu filho tem autismo, nível de suporte 2, é não verbal. Ele está há quase um ano esperando atendimento com fono. Isso está atrasando o progresso dele”, desabafou.
Diante da situação, profissionais e familiares pedem que a Secretaria de Pessoas com Deficiência e Inclusão tome providências urgentes para garantir dignidade no atendimento aos pacientes e condições adequadas de trabalho aos profissionais da saúde.
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