Maricá
Proteção Animal de Maricá participa de prevenção à leishmaniose na aldeia Mata Verde Bonita
A Prefeitura de Maricá, por meio da Coordenadoria Especial de Proteção Animal, visitou nesta terça-feira (06/9) a aldeia indígena Mata Verde Bonita, em São José de Imbassaí, para acompanhar uma ação de prevenção contra a leishmaniose da Fundação Instituto Oswaldo Cruz (FioCruz). A doença atinge principalmente cães e é causada por protozoário transmitido pelo mosquito conhecido como palha ou birigui, e pode também chegar a seres humanos. Os agentes realizaram exames em alguns dos cães que vivem na aldeia e, inicialmente, nenhum caso foi confirmado. Um grupo de agentes da Vigilância Ambiental da Secretaria de Saúde de Maricá e integrantes da ONG Hope também participaram da ação. De acordo com o coordenador de Proteção Animal, Fabiano Novaes, os primeiros exames não apontaram a presença do protozoário causador da leishmaniose. Segundo ele, a aldeia foi escolhida para o monitoramento depois que alguns animais apresentaram lesões na pele, e também em razão da grande incidência de cães abandonados pelos donos na comunidade indígena.
“O descarte desses animais é preocupante, porque os expõe a uma possível contaminação e também às pessoas que os cercam. Quem deixa os bichos aqui, supondo que eles estarão melhores, não conhece a realidade dos indígenas. Eles não conseguem dar conta dos cães sozinhos. Um animal deve caber no orçamento de uma família não apenas com alimentação, mas também com prevenção em saúde”, afirmou o coordenador fazendo um apelo à população para que não abandone os animais. A cacique da aldeia, Jurema Nunes, agradeceu pelo trabalho de prevenção realizado e também reforçou o pedido para que não haja abandono dos cães por lá. “Fica complicado para nós porque, quando chega um cão aqui, não podemos deixá-lo com fome a ao relento. Além disso, temos muitas crianças que ficam expostas. Por isso, peço que não os abandonem mais aqui”, pediu a líder indígena.
A ação foi comandada pelo professor Paulo Lisboa, que é coordenador do Programa de Saúde Única da FioCruz. Ele e sua equipe levaram kits para testagem rápida e os eventuais casos positivos serão comunicados a autoridades estaduais de saúde. “Em Maricá, há poucos casos registrados historicamente porque os cães e gatos daqui são mais de casa mesmo, e também porque a presença do mosquito transmissor é bem pequena, mas o número de animais abandonados aumentou muito durante a pandemia, por isso o monitoramento é necessário”, explicou o professor recomendando o uso de coleiras com repelente e de manter os animais recolhidos nos horários de fim de tarde, quando o mosquito costuma agir.
Esportes
Maricá segura o jogo, mas acaba derrotado por 1 a 0 no Maracanã
O Maricá Futebol Clube enfrentou um dos jogos mais difíceis da temporada na noite deste domingo (08), ao encarar o Fluminense, campeão antecipado da Taça Guanabara, no Maracanã. Mesmo com uma atuação de muita entrega e organização defensiva, o Tsunami acabou derrotado por 1 a 0, em partida válida pelo Campeonato Carioca.
Desde o início, o Maricá mostrou postura cautelosa, priorizando a marcação e tentando explorar as poucas brechas deixadas pelo adversário. A estratégia funcionou durante toda a primeira etapa, quando a equipe conseguiu neutralizar grande parte das investidas tricolores e segurou o empate até o intervalo.
Na segunda etapa, o Fluminense aumentou a pressão e chegou ao gol aos 21 minutos, após jogada pela lateral que terminou com Kevin Serna balançando as redes. Mesmo em desvantagem, o Maricá não se entregou, manteve a intensidade e tentou reagir nos minutos finais, levando perigo em jogadas isoladas e exigindo atenção da defesa adversária.
Apesar do resultado negativo, a atuação reforça o espírito competitivo da equipe, que agora direciona suas atenções para o quadrangular do rebaixamento. O Grupo X será composto por Maricá F.C., Portuguesa da Ilha, Nova Iguaçu e Sampaio Corrêa. As equipes se enfrentarão em jogos de ida e volta, e ao final de seis rodadas, o último colocado será rebaixado para a Série A2 do Campeonato Carioca.
Redação Maricá Web TV
Destaques
Parque Nanci recebe edição 2026 do Sesc Verão e movimenta Maricá com grandes atrações
O Parque Nanci, em Maricá, sediou neste final de semana a edição 2026 do Sesc Verão, evento que já faz parte do calendário anual do município e atrai grande público com uma programação gratuita voltada ao esporte, lazer e cultura.
Entre os destaques da edição deste ano esteve o show da banda CPM 22, que reuniu fãs de diferentes idades. Durante o dia, o público também acompanhou os Jogos dos Artistas, além de diversas atividades recreativas, esportivas e ações voltadas especialmente para a criançada.
Realizado uma vez por ano em Maricá, o Sesc Verão contribui para o fortalecimento do lazer, da convivência social e da prática esportiva, além de impulsionar o turismo e dar visibilidade à cidade.
O evento reforça a importância do Parque Nanci como espaço público para grandes encontros culturais e de entretenimento, consolidando Maricá como referência na promoção de qualidade de vida para seus moradores.
Redação Maricá Web TV

Foto Maricawebtv

Foto: Maricawebtv

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Destaques
Falta de médicos, demissões em massa e longas filas de espera geram denúncias no SAREM, em Maricá
Moradores de Maricá têm denunciado a falta de médicos, demissões em massa e ausência de previsão para novas contratações no Serviço de Atendimento Especializado Municipal (SAREM). Segundo relatos de mães de pacientes, os problemas se arrastam há mais de um ano, com filas de espera extensas para atendimentos essenciais, como fonoaudiologia, psicologia e outras especialidades.
De acordo com as denúncias, após a inauguração do SAREM 2, a população acreditava que o atendimento seria ampliado e melhorado. No entanto, com a demissão de profissionais, a situação teria se agravado, resultando em sobrecarga de trabalho, superlotação e médicos obrigados a se dividir entre um número excessivo de pacientes.
“Depois da inauguração do SAREM 2, a gente achou que ia melhorar. Mas ficou pior. Os médicos estão sobrecarregados e os atendimentos não dão conta da demanda”, relatou uma mãe.
A reportagem da Maricá Web TV conversou com médicas que atuam na rede, que afirmaram enfrentar cargas horárias extremas, acima do que é considerado legal. Segundo elas, há medo de represálias, o que dificulta denúncias formais sobre as condições de trabalho.
“A carga de trabalho é excessiva, acima do permitido. Muitos profissionais têm receio de denunciar”, afirmou uma médica, que preferiu não se identificar.
Mães de crianças com deficiência também relatam impactos diretos no desenvolvimento dos filhos. Uma delas afirmou que aguarda há quase um ano por atendimento de fonoaudiologia.
“Meu filho tem autismo, nível de suporte 2, é não verbal. Ele está há quase um ano esperando atendimento com fono. Isso está atrasando o progresso dele”, desabafou.
Diante da situação, profissionais e familiares pedem que a Secretaria de Pessoas com Deficiência e Inclusão tome providências urgentes para garantir dignidade no atendimento aos pacientes e condições adequadas de trabalho aos profissionais da saúde.
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